10 de janeiro de 2011

 

Ministra desmente a Folha pelo twitter ou de como a Folha quebrou a cara ao tentar criar um factóide

O jornalista Rodrigo Vianna, em seu blog Escrevinhador deu a manchete: “Ministra desmente “Folha” pelo twitter: Jornal queria usar religião contra Dilma".

O repórter da Folha de S. Paulo, com “argúcia de águia”, percebeu que na parede do gabinete presidencial não havia mais o crucifixo e a bíblia sagrada não estava mais na mesa.

Para a Folha era um “fato” muito importante, a ponto de ir para a primeira página. Os jornalistas escreveram a “informação” no pé da página, mas os editores não deixaram escapar. Era a chance de mostrar que a presidenta, aquela que era a favor do aborto, sem religião, atéia, ex-guerrilheira, terrorista, não respeitava a cruz e a bíblia...

Gostosamente, a ministra Helena Chagas desmentiu a reportagem, pelo... twitter. O crucifixo não podia mesmo estar na parede presidencial, porque era de propriedade do ex-presidente Lula. E a bíblia continua lá, na sala vizinha, onde Dilma a encontrou.

E assim o crucifixogate da Folha de S. Paulo morreu no nascedouro.

A Folha continua inventando fatos, factóides. A Folha não errou. Errar é normal. A coisa é mais grave, a Folha mentiu.

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